Adolescência: período de grandes mudanças onde as alterações físicas provocam também mudanças de identidade no adolescente. A psicóloga Kátia Teixeira ainda complementa: “Eu diria que a identidade do adolescente entra numa crise, ele está deixando o corpo de criança, transformando-se num corpo de adulto que é um corpo estranho pra ele.”
A contestação é um marco na adolescência e o conflito, a marca registrada neste que é um dos períodos mais intensos a vida.
Para alcançar o padrão de beleza desejado, muitos procuram as academias. Pra isso o corpo precisa estar pronto, o que ocorre na puberdade, em média aos 15 anos. O professor Mauro Célio defende que mesmo aos 10, 11 anos de idade já é possível iniciar a preparação em academias, mas o interesse maior é nos esportes como vôlei, basquete, natação, etc.
A prática de exercícios na dosagem errada acaba sendo prejudicial, nesse período o Educador Físico vai precisar frear a vontade que o adolescente tem de ficar forte, o treinamento intenso pode favorecer o aparecimento da dor do crescimento.
Cuidado também com o sedentarismo e com a alimentação balanceada. Lanches rotineiros em substituição ao almoço ou janta ocasionam as falhas nutricionais e complicações na saúde que sao sentidos na fase adulta.
As mudanças que caracterizam a transformação da criança em adolescentes começam antes nas meninas. Entre os 9 ou 10 anos começam as alterações hormonais que dão repercussões no corpo e acarretam a primeira menstruação aos 11, 12 anos.
Acne, estrias, pele oleosa começam a surgir na puberdade e neste bloco passamos as informações de como lidar com essas situações, como proceder durante as primeiras menstruações e como deve ser feito o acompanhamento médico.
A puberdade precoce é cada vez mais comum, reflexo do estímulo sexual da mídia. Essa característica leva o adolescente a assumir acontecimentos de risco. Conhecem o cigarro, a bebida e as drogas, além do descuido quanto ao uso da camisinha. Aí entra a importância da informação e o companheirismo dos pais na educação dos filhos.
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A música pode ser um santo remédio contra a dor, inclusive com poder analgésico.
O mundo digital amplia possibilidades de tratamento através da musicoterapia.
Desde o séc. XIX o cinema descobriu o poder da música, elo e ligação entre personagem e plateia através das emoções que desperta. 100 anos mais tarde, estudiosos descobriram que a música pode ser usada em tratamentos para a saúde. Surgiu, mais especificamente nos EUA, em 1944.
A técnica estuda as reações do indivíduo diante de estímulos sonoros que vão estabelecer a comunicação entre terapeuta e paciente. O próprio silêncio e movimentação corporal são parte do estudo e analisadas pelo musicoterapeuta.
Bastante utilizada e recomendada em pacientes com transtornos mentais, com deficiência física e até em dependentes químicos e pessoas com déficit de atenção.
Os instrumentos usados na musicoterapia devem ser fatores de integração do paciente ao tratamento. Trabalhando com instrumentos de fácil manejo como a percussão. Os elementos sonoros, como a duração, a intensidade, altura, timbre, parâmetros do ritmo e outros são objetos de estudo do musicoterapeuta.
Até deficientes auditivos tiram proveito da terapia. Trabalhados em um chão de madeira e deixados mais alto deste em uns 10 cm, criando caixas de amplificação e trabalhando o corpo no chão e paredes, sentindo a vibração sonora.
Ampliação da capacidade pulmonar e até tratamento da asma são possíveis.
As várias técnicas musicoterápicas podem ser aplicadas individualmente ou em grupos de até 8 pessoas, em consultórios ou hospitais:
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